Porque não tenho nada a postar
Halloween a bater à porta

Deitar cedo e cedo erguer...
...Dá saúde e faz crescer!
Banco de pediatria

Em apenas 40 anos
Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
JOSÉ RÉGIO
Tão actual em 1969, como hoje...
Estudando
MGF é um mundo
Um póster
Na primária, adorava fazer pósteres. Era giríssimo - ía à papelaria e podia escolher a cor da cartolina. Dáva uso à minha tesoura para recortar imagens e textos, e coláva-os à cartolina com a velha e sempre fiel cola UHU. Muitas vezes ficava com os dedos peganhentos, o próprio póster ficava peganhento, as coisas ficavam coladas ao contrário, mal cortadas... isto é, nem sempre ficava perfeito. Mas olhava sempre para o produto final como se de uma obra de arte se tratasse. E adorava o que fazia.






